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À procura de equilíbrio e maior competitividade

O mercado das telecomunicações em Angola é “muito fechado e sem concorrência”, podendo ser definido, segundo especialistas, como um duopólio desequilibrado.

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Fotografia
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ISTOCKPHOTO

Para as fontes contactadas pela Economia & Mercado, a entrada
 de um novo operador, argumentam, não criará, por si, condições para mais competitividade.

Já em 2015, vários especialistas afirmaram à Economia & Mercado que, à semelhança do que se registava nos mercados mais avançados, em Angola, num período de cinco anos, ocorreriam fusões de empresas do sector das telecomunicações, que se especializariam em segmentos de negócio estratégicos, resultando, esse fenómeno, numa maior oferta de bens e serviços, a preços mais competitivos. Por outras palavras, dar-se-ia lugar a uma maior concorrência no Mercado sem, entretanto, entrarem mais operadoras.

Entretanto, o Livro Branco das Tecnologias de Informação e Comunicação, aprovado pelo Despacho Nº o 71/11 de 12 de Setembro, apontava para uma evolução do Mercado das comunicações electrónicas baseadas em três operadoras móveis celulares, o que sempre dividiu a opinião de especialistas em dois extremos. O engenheiro José Gualberto Matos, num artigo publicado nesta revista, intitulou “O Mercado de Comunicações Electrónicas e os Riscos de da Concorrência Assimétrica”, admitiu que já tinha sido defensor do figurino definido pelo referido documento governamental, porem, não concordava em absoluto com o mesmo.

Leia mais na edição de Junho de 2019

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