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A tardia tentativa de “acertar o tiro”

Embora tardiamente, um novo caminho para a dinamização da Zona Económica Especial Luanda/Bengo está traçado.

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José Zangui
José Zangui

As 53 empresas geridas pelo Estado até há pouco tempo através da petrolífera Sonangol, vão ser privatizadas, e a medida do governo é justificada com a necessidade de aumento da eficiência, produtividade e competitividade. Além do mais, é necessário recuperar os quase 500 milhões de dólares investidos na construção das infra-estruturas.

Os poucos anos em que o Estado esteve à frente da gestão das empresas da ZEE resultaram em perdas financeiras devido à incapacidade de rentabilizar economicamente as unidades fabris, analisou o Presidente do Sindicato das Empresas da Sonangol Investimentos Industriais (SIINDl), Carlos Neto, em entrevista à Economia & Mercado.

Essa análise, entretanto, já não é novidade, sendo que, nos últimos anos, vários analistas alertaram para a inviabilidade do modelo de gestão da ZEE e de vários outros projectos públicos em que o Estado injectou dinheiro mas não acautelou, previamente, a sua gestão e rentabilização, que se recomenda que seja, preferencialmente, privada. Mas, finalmente, esse erro poderá ser corrigido.

Leia mais na edição de Março de 2019

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