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Agricultura e criação de novos empregos

Angola não tem outra alternativa senão relançar a agricultura. Foi esta a conclusão a que se chegou na última conferência realizada pela revista Economia & Mercado, em Abril.

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Fotografia
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Carlos Aguiar

Subordinada ao tema “Agricultura: do passado à actualidade, principais constrangimentos e caminhos a seguir ”, o evento contou com participação, entre outras entidades e especialistas do sector, do ministro da Agricultura e Florestas, Marcos Nhunga, que garantiu que definitivamente, se vive um contexto político e económico diferente do de há quatro anos e, a partir de agora, as Explorações Agrícolas Familiares (EAF), responsáveis por mais de 85% da produção nacional, voltam a ser prioridade nos programas do Governo.

Referindo-se aos resultados do sector agrícola até à altura da independência de Angola, em 1975, o responsável defendeu: “Temos de deixar de chorar pelo leite derramado”, mas, disse, devemos continuar a olhar para o passado como uma referência. Defendeu também que produzir os alimentos no país não é questão de garantia de segurança alimentar, mas também de soberania nacional. 

O país gastou, só entre 2016 e 2017, 1,5 mil milhões de dólares para importar produtos da cesta básica, e esse montante não inclui custos de transporte e seguros. Em 2016, produtos como arroz, a farinha de milho e de trigo, o açúcar, óleo de palma constituíam 60% das importações de produtos da cesta básica, tendo no ano seguinte aumentado para 67%.

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