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Angola. Indústrias têxteis a privatizar vão a consulta pública

A privatização das três fábricas têxteis construídas com fundos públicos nas províncias de Luanda, Cuanza Norte e Benguela vai a consulta pública no dia 18 de Março de 2020.

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Redacção_E&M
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A medida, segundo um comunicado disponibilizado à imprensa local, é uma iniciativa do Instituto de Gestão dos Activos e Participações do Estado (IGAPE), que incluiu na lista de unidade fabris têxteis que vão a concurso  as fábricas Nova Textang II (Luanda), África Têxtil (Benguela) e Satec (Cuanza Norte). As unidades, de acordo com o portal Macauhub, em que o governo angolano despendeu 1,2 mil milhões de dólares para a sua recuperação, ao abrigo de um acordo assinado com o banco japonês JBIC, sendo 251 milhões de dólares para a Nova Textang II e 420 milhões de dólares cada para a África Têxtil e Satec.

Assim sendo, a Nova Textang e  as outras unidades  foram  privatizadas em 2013 pelo Ministério da Indústria, através do Instituto de Desenvolvimento Industrial de Angola, num concurso público que o Ministério da Indústria não tinha competência para fazer, devido ao valor dos investimentos.

No entanto, as unidades têxteis encontram-se inoperantes, incluindo a Textang II, com uma capacidade de produção anual de nove milhões de metros lineares de tecido.

O comunicado divulgado em Luanda informa ainda que o IGAPE tem em agenda para o dia 19 de Março a consulta pública sobre a privatização de quatro empreendimentos agro-pecuários.

Os empreendimentos são o Camaiangala (Moxico), Longa (Cuando Cubango), Sanza Pombo (Uíge) e Cuimba (Zaire), com uma área de aproximadamente 45 mil hectares e um valor estimado em 110 milhões de dólares.

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