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Aquém das metas
 de desenvolvimento

A história repete-se. Angola falhou as metas do programa de industrialização do país, iniciado em 2009, e que consistiu, inicialmente, na recuperação e desenvolvimento da produção industrial nacional.

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Depois de uma avaliação positiva do Plano de Médio Prazo para o Período 2009-2013, o Governo perspectivava entrar na rota de crescimento do sector industrial através de uma série de projectos desenhados no âmbito do Plano Nacional de Desenvolvimento 2013-2017, com destaque para a criação das zonas económicas especiais e dos pólos de desenvolvimento industrial em todo o território nacional.

Nessa altura, segundo o documento, o Governo propunha-se a “promover o desenvolvimento do Sector da Indústria Transformadora, nomeadamente no contexto do cluster da alimentação e da diversificação da economia nacional, em bases sustentáveis, contribuindo para a geração de empregos, o aproveitamento de matérias-primas agrícolas e minerais, a distribuição territorial das actividades, o equilíbrio da balança comercial e a economia de divisas”. Mas, passado o prazo, a avaliação que especialistas e homens de negócios fazem é negativa, sendo que a economia continuou altamente dependente das receitas petrolíferas, que, a partir de 2014, não foram capazes de continuar a financiar o processo de diversificação económica.

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