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Bem-vindo, 2019!

Os últimos quatro anos foram, sob vários pontos de vista, difíceis para Angola, particularmente para os angolanos mais pobres.

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Fotografia
:
Carlos Aguiar

A crise que teve início em 2014 pôs a nu uma série de incompetências e extravagâncias de quem assumiu a responsabilidade de gerir o erário público e servir o país com base em programas de desenvolvimento que, nalguns casos, não passaram, em grande medida, de promessas eleitorais que foram sendo adiadas ou renovadas ano após ano, com vocabulários rebuscados que compunham discursos insípidos.

Entretanto, vieram as eleições de 2017 e o novo Governo, que agora está a caminho do segundo ano do seu mandato, desenvolveu políticas e programas para “corrigir o que está mal e melhorar o que está bem”. Porém, as estimativas apresentadas no final de 2018 evidenciaram uma recessão de -1,1% da economia angolana. Para o presente ano, o Orçamento Geral do Estado prevê um crescimento da economia de 2,8%, impulsionado pelo sector petrolífero (3,1%), enquanto o sector não petrolífero deverá crescer 2,6%. Ou seja, mantém-se o optimismo, o que é bom, principalmente num virar de página como é a transição de um ano para o outro, altura em que fazemos promessas a nós mesmos, sem nem sempre avaliarmos as reais condições de materialização dos novos desejos e planos.

Leia mais na edição de Janeiro de 2019

Economia & Mercado – Quem lê, sabe mais!

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