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Carnaval suportado pela “mão caridosa” do Governo

O Carnaval de Luanda, à semelhança de outras festas culturais públicas, sobrevive das dotações do Ministério
da Cultura e de algumas empresas (públicas e privadas).

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Fotografia
:
Carlos Aguiar

O Ministério da Cultura e as empresas fazem timidamente concessões financeiras tanto à Comissão Provincial do Carnaval, quanto às agremiações que normalmente gastam mais do que o valor dos prémios que recebem.

Com o eclodir da crise económica e financeira, os grupos Carnavalescos da capital começaram a enfrentar desafios decorrentes da incapacidade de importar uniformes máscaras e demais artefactos artísticos necessários para colorir a festa. O aperto financeiro deixou o “Estado Providência” sem fôlego orçamental para suportar os encargos financeiros e materiais de uma das maiores festas populares do país. Para os entrevistados da Economia & Mercado, o Carnaval de Luanda não pode continuar a ser “levado ao colo” como se de um bebé se tratasse.

De acordo com as citadas fontes, o Entrudo de Luanda devia “aprender a caminhar pelos próprios pés”, encontrar o caminho para a sua própria sustentabilidade, através de parcerias com mecenas, que nada perderiam em fazer investimentos considerando o volume de publico que ainda “dança ao Carnaval”, além de ser uma porta de entrada para turistas estrangeiros.  

Leia mais na edição de Abril de 2019

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