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Categoria de escultura do Prémio ENSA-ARTE 2020 sem vencedores

O “Prémio Juventude”, na categoria de “Escultura”, uma das várias facetas do Prémio Ensa-Arte 2020, não foi outorgado na cerimónia de premiação das obras de artes de esculturas, pinturas e fotografias

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Fotografia
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Carlos Aguiar

O “Prémio Juventude”, na categoria de “Escultura”, uma das várias facetas do Prémio Ensa-Arte 2020, não foi outorgado na cerimónia de premiação das obras de artes de esculturas, pinturas e fotografias.

A 15ª edição do Prémio ENSA-ARTE, referente ao ano de 2020, que teve lugar recentemente em Luanda, em saudação do 43º aniversário da Ensa –  empresa pública de seguros –, foi marcada pela não atribuição do prémio a um vencedor da categoria de “Escultura” do “Prémio Juventude”, pelo facto das obras selecionadas não reunirem os requisitos exigidos para organização.

Segundo o presidente da mesa de jurado, a organição procura trabalhos com qualidade acima da media, o que os leva a primar pelo “rigor” na análise e selecção dos mesmos.

Tito Mateus, Presidente do Júri

Para Tito Mateus, os trabalhos de escultura submetidos aos corpo de jurado não apresentavam a qualidade necessária para merecer arrebatar o  “Prémio Juventude” na categoria de “Escultura”. Daí, explicou, não existir um vencedor.

As técnicas utilizadas, a dimensão da obra, a sinopse, a informação, a criatividade, materiais utilizados, são, de acordo com o presidente do jurado, alguns factores apontados como indispensáveis que distinguem o valor de cada obra.

Exposição de obras ENSA-ARTE

Para a referida edição do Prémio ENSA-ARTE 2020, foram avaliadas 164 obras em três modalidades. Ou seja, 117 na modalidade de pintura (a qual concorreram 69), 28 na de escultura (concorreram 17) e 19 na de fotografia (concorreram 11 artistas), além de menções honrosas.

Com a obra “Wa Um Zunga”, Osvaldo Ferreira venceu o Grande Prémio de Pintura, enquanto Adilson da Costa, com a obra “Emigração desequilibrada dos símbolos africanos” arrebatou o Segundo lugar da categoria.

Obra “Wa Um Zunga” de Osvaldo Ferreira

Para o Grande Prémio de Escultura, Sakananu Wampitica Patrício venceu com a obra intitulado “Trabalha, sua vida será livre”, sendo que o segundo lugar ficou Ex aequo: Ana Susana David, título da obra “Fenix” e Sozinho Lopes, com a obra “O canto do Humbi humbi”.

Obra “Trabalha, sua vida será livre” de Sakananu Wampitica

Neste sentido, Luís Damião, com a obra intitulada “Coronavírus” venceu o Grande Prémio de Fotografia e o Prémio Alliance Française, na mesma categoria.

Obra intitulada “Coronavírus” de Luís Damião

A cerimónia serviu também para atribuir menções honrosas aos artistas plásticos Mboma Manzied Carlito, com a obra “O mistério do Kulimbimbi” e Meso Munpasi, com a obra “Harmonia da vida”. Para as categorias de escultura, foi reconhecido o escultor Estevão Kiony André, com a obra “É Ngola Divundodicotelángua Ensusungulo Divaiquilánga” e o fotográfo Bruno Carlos, com a Obra “Esperança”.

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