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CMC chama ARSEG e mostra possibilidade de renda alternativa para o sector dos seguros

Comissão do Mercado de Capitais (CMC) "pisca" as seguradoras e fundos de pensões com o universo de possibilidade de investimentos rentáveis no mercado de capitais.

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No discurso de abertura, a Presidente do Conselho de Administração da CMC, Maria Uini Baptista falou da necessidade de maior ligação entre o sector segurador e o do mercado de capitais, tendo apelado para a retirada dos limites inferiores e o aumento do investimento por parte das seguradoras e fundos de pensões no mercado de capitais, que por agora se fixa nos 4%.

Seguiu-se uma incursão sobre os investidores institucionais ou qualificados, feita pelo membro da Comissão de Mercado de Capitais, Johny Soki, que explicou que os investidores institucionais são os fundos soberanos, os fundos de investimentos e os fundos de pensões, mas chamou atenção para o facto de que a Lei angolana defina como investidores qualificados todos que tenham uma carteira de investimentos que exceda os 50 milhões de kwanzas.

Por sua vez, Walter Bravo, da ARSEG, fez uma abordagem sobre a evolução histórica do sector dos seguros e terminou a sua apresentação dizendo que a nova Lei dos seguros (Lei 18/22) revogou quase todas as anteriores leis do sector, com excepção as Leis 07/02 e a 02/02.

A Comissão do Mercado de Capitais mostra o universo de possibilidades de investimentos no sector e pisca assim o olho às seguradoras e fundos de pensões, e dá mais um passo rumo a fortificação do mercado financeiro que muito irá beneficiar com a entrada “mais à sério” destes players.

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