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Crédito agrícola continua pouco atractivo para a banca

As desculpas para não emprestar dinheiro à agricultura mantêm-se. E mantêm-se também as reclamações dos empresários em relação à banca, que é acusada de praticar taxas de juro elevadas.

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Michel Pedro
Fotografia
:
Carlos Aguiar
Michel Pedro

Entretanto, quer
 no âmbito do Angola Investe, descontinuado recentemente, quer dentro
 da política bancária de financiamento ao sector produtivo, vários projectos foram financiados e alguns deles ainda se mantêm, apesar das adversidades conjunturais.

Em 2017, o crédito destinado ao sector agrícola pesou cerca de 202 mil milhões de kwanzas na actividade creditícia da banca comercial angolana, de acordo com o Boletim Estatístico de Setembro do ano passado (2017) do Banco Nacional de Angola (BNA).

Segundo o banco central, a agricultura ocupava, em 2016, a sétima posição na lista dos sectores que mais absorveram crédito, com mais 219 mil milhões Akz, o que equivale a 27% do total de crédito concedido, contra os mais de 172 mil milhões libertados em igual período de 2015. O balancete do BNA faz referência ao facto de o Comércio a Grosso e a Retalho liderar a lista do crédito à economia, desde 2012. No ano passado, por exemplo,absorveu quase quatro vezes mais que o sector da agricultura, o equivalente amais de 840 mil mil milhões de kwanzas, num grupo de 18 sectores.


Leia mais na edição de Outubro de 2018.

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