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Economia brasileira vai crescer 2,4 por cento

Considerando haver um sentimento de negócios positivo face ao novo Presidente, a consultora Fitch Solutions estima que o Brasil vai recuperar a económica este ano e o PIB subirá de 1,3% para 2,4%.

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Cláudio Gomes
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Cláudio Gomes

Segundo o Jornal de Angola (JA), a consultora considera que há perspectiva de “uma melhoria substancial do sentimento de negócios e de consumo e um fortalecimento do mercado de trabalho que conduzirão a uma recuperação do consumo e do investimento”.

Fitch Solutions garante que alguns progressos nas principais reformas económicas ajudarão ao crescimento do investimento ao longo do ano de 2019 e farão baixar os riscos de regresso a um sentimento negativo dos investidores.

A consultora salienta que a recuperação económica do Brasil continuará nos próximos meses, ajudada pelo sentimento positivo em torno do novo Presidente, Jair Bolsonaro, e de uma nova administração do país.

Previa-se que para 2018 o crescimento do PIB baixaria de 1,6% para 1,3%, perante o cenário dominante no Brasil no terceiro trimestre do ano passado, adianta que, relativamente a 2019, decidiu também fazer uma ligeira revisão do crescimento da economia brasileira de 2,5% para 2,4%, por considerar as modestas expectativas de crescimento das exportações graças a um abrandamento da China.

O Brasil tem sido um dos países que tem beneficiado do aumento das tensões entre a China e os EUA, com as vendas acrescerem para o mercado chinês. A Fitch Solutions afirma que “uma melhoria do sentimento económico conduzirá a uma melhoria no investimento e impulsionará o consumo”.

A comunidade empresarial e de negócios brasileira, de um modo geral, apoia a administração de Jair Bolsonaro, que promete liberalizar regulações, mudanças ao nível fiscal e outros aspectos que podem ajudar a baixar os custos para quem faz negócios no Brasil.

Por isso, a consultora diz estar mais optimista quanto a um outlook de médio prazo. Em termos absolutos, a Fitch Solutions estima um investimento equivalente a 16% do PIB brasileiro para o período 2019 -2020.

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