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Em busca de concertação e inclusão socioeconómica

A economia angolana não tem capacidade para gerar empregos suficientes, daí que vários agentes defendam a concertação entre as autoridades e os intervinientes do mercado paralelo.

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Cláudio Gomes
Fotografia
:
Carlos Aguiar
Cláudio Gomes

O sector informalem Angola tem tido um papel estratégico em termos de sobrevivência das famílias mais vulneráveis, considerando a reduzida capacidade da economia nacional para produzir empregos formais e condignos.

No relatório “A Economia Informal em Angola: Caracterização do Trabalhador Informal”, publicado em 2018, Alexandre Ernesto e Gorete Capilo apontam que a venda nas ruas ocupa 25% das pessoas inquiridas, ao passo que os serviços representam 7%, o sector de produção 3%,os mercados informais 25% e, finalmente, 40% dos inquiridos na sondagem praticam actividades económicas caseiras ou nos arredores das zonas de residência.

Leia mais na edição de Fevereiro de 2019

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