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Empresas portuguesas doam 17 toneladas de medicamentos

Um grupo de empresas que operam em Portugal, liderada pela Pinto Basto, doaram cerca de 17 toneladas de produtos farmacêuticos às autoridades angolana.

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Redacção_E&M
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Composto por vários tipos de medicamentos, dos quais se destacam o paracetamol e antipaludicos, o lote de medicamentos mobilizados por empresas que operam em Portugal, chega esta semana ao país com objectivo de apoiar o governo angolano na luta conjunta contra o COVID-19.

De acordo com uma nota de imprensa da Pinto Basto, empresa portuguesa que iniciou a sua internacionalização em Angola em 2002, a acção reveste-se de grande significado, tendo em conta que o país regista casos positivos de infecção pelo novo Coronavírus. Ainda sequência da informação provida pela Pinto Basto, a nota salienta que com a confirmação dos primeiros casos de infecção no país, acentua-se a necessidade de se mobilizar cada vez mais esforços conjugados na aquisição de mais produtos farmacêuticos.

O documento recepcionado pela Economia & Mercado refere, ainda, que o grupo de empresas portuguesas conta com o apoio da TAAG, companhia de bandeira nacional, o que permitiu que o grupo de empresas conseguisse criar um cenário que possibilita a realização da referida operação logística. Segundo a nota, a operação envolveu equipas em Portugal e também em Angola, abrindo margens para que os produtos cheguem aos que realmente “mais precisam”.

Os responsáveis da Pinto Basto esperam, assim, que  “a primeira operação seja realizada com sucesso”, para que no decorrer das próximas semanas se possa verificar uma acção semelhante.

“A procura por todo o tipo de produtos farmacêuticos é muito grande. Estamos em contacto permanente com as empresas exportadoras e com os importadores em Angola para garantir supressão das necessidades do mercado”, lê-se na nota de imprensa emitida pela Pinto Basto.

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