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Especial banca digital. Um reforço para a inclusão financeira

Os pagamentos electrónicos em Angola são uma alternativa pontual aos processos burocráticos da banca tradicional, um factor de inclusão financeira e podem ajudar a aumentar a taxa de bancarização.


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De acordo com o PCE da EMIS, José Gualberto Matos, uma estatística mundial recente mostrou que 95% das operações financeiras são transferências pessoa-pessoa (P2P), sendo, por isso, os pagamentos móveis definidos como um serviço financeiro de primeira necessidade. Neste sentido, a massificação dos pagamentos móveis, quer online quer electrónicos (telemóvel), é uma medida que permitirá disponibilizar aos clientes mais serviços. “Os bancos digitais, ou neo-bancos, são instituições que proporcionam serviços bancários sem necessidade de agências físicas, utilizando, para tal, aplicações suportadas em aparelhos como telemóveis, tablets e PCs”, disse, referindo que, por esta razão, não podem prestar outros serviços bancários, como os de poupança ou microcrédito.

O PCE da EMIS explicou que, “uma vez garantido esse serviço, é necessário assegurar outros serviços financeiros básicos para promover a pequena poupança e o microcrédito, produtos que um mero prestador de serviços de pagamento não assegura”, acrescentando que esses serviços “são estratégicos para a inclusão económica”.

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