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Especialista defende maior fomento de pequenas indústrias

O engenheiro Jorge Pinto defendeu maior engajamento das autoridade no fomento de pequenas indústrias para atingir “o mais rápido possível” de modo a integrar a Quarta Revolução Industrial.

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Cláudio Gomes
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Cláudio Gomes

O especialista fez estas declarações durante o programa de debates mensais denominado “Café com ciência e tecnologia”, promovido pelo Centro Tecnológico Nacional (CTN).

Jorge Pinto disse que a economia angolana até antes da independência (1975), estava alicerçada em industrias com centenas de fábricas, tendo lamentado que a mesma, tenha sido substituída pela industria petrolífera retirando o poderio do sector fabril.

Para melhor o actual quadro, o especialista disse o Estado deve apostar na promoção dos sistemas digitais, sendo estes indispensáveis para impulsionar a economia nacional.

  Apontando exemplos, Jorge Pinto citou à impressora 3D, como um serviço que pode agregar, em pequenas indústrias, jovens recém saídos dos institutos médios técnico-profissionais e das universidades. 

O especialista considerou, ainda, que as universidades devem adequar-se as mudanças impostas pelos avanços tecnológicos sendo que deve ocorrer uma interacção “entre o homem e a máquina”.

“Os modelos de acção das universidades não são funcionais”, disse, considerando que os “perfis de entrada e saída sãodébeis, denunciou, chamando atenção as possíveis barreiras para atingir os objectivos da Quarta Revolução Industrial.

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