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Coronavírus. Assegurado apoio aos angolanos na China

O Governo angolano está a trabalhar com as autoridades chinesas na assistência e apoio logístico aos cerca de 300 estudantes nacionais, sobretudo os 50 residente no ponto focal, a cidade de Wuhan.

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Redacção_E&M
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A garantia foi apresentada através de um comunicado final saída da última sessão do Conselho de Ministros realizada na quarta-feira, 29, em Luanda, que salienta algumas mediadas tomadas a favor dos angolanos residentes no país asiático, bem como a criação de pontos focais que assegurem a ligação permanente entre os membros da comunidade angolana, a representação consular de Angola e as autoridades chinesas.

Neste sentido, no país, salienta o referido comunicado, foi criada uma comissão multissectorial integrada pelos órgãos de defesa e segurança e os ministérios das Relações Exteriores e do Comércio.

Da referida comissão fazem igualmente parte os ministérios da Comunicação Social e dos Transportes, bem como o Governo Provincial de Luanda.

Rastreio nos pontos de entrada

Para o reforço das medidas de vigilância epidemiológica, o Conselho de Ministros recomendou o rastreio nos principais pontos de entrada internacionais do país, através do controlo da temperatura, sobretudo, em caso de tosse e espirros.

Foi orientado, em termos de medidas de segurança, a instalação de dispositivos para lavagem das mãos, disponibilização prévia de equipamentos de protecção individual, intensificação da vigilância contra a gripe, o reforço dos sistemas de alerta precoce, vigilância comunitária e a cadeia logística.

No final da sessão do Conselho de Ministros, o ministro da Relações Exteriores, Manuel Augusto, informou que estão na China cerca de 300 estudantes, 50 dos quais em Wuhan, foco da doença,e que está assegurado o apoio lógístico face as restrições impostas à movimentação.

Contudo, o ministro das Relações Exteriores exortou à calma aos familiares de angolanos na China e reafirmou a assistência para salvaguardar a integridade física dos cidadãos nacionais.

O chefe da diplomacia angolana colocou de parte a evacuação de angolanos, uma vez que as autoridades chinesas desencorajam deslocações antes do fim da período de quarentena que deve se estender até um ou cinco de Fevereiro, salvo se o país assumir os risco de propagação da doença fora do território chinês.

Já o secretário de Estado para a Área Hospitalar, Leonardo Inocêncio, informou que a par do reforço dos sistemas de vigilância nas fronteiras áreas, marítimas e terrestres, foram reforçadas com unidades sanitárias, particularmente, no Luvu, província do Zaire, e no Luau, Moxico.

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