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Executivo reforça cooperação com o Banco Mundial

O Executivo angolano reforçou, esta semana, em Luanda, a cooperação com o Banco Mundial (BM) através da assinatura de três acordos destacando-se a abertura, no país, do escritório da IFC.

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Os documentos foram rubricados pelo ministro das Finanças, Archer Mangueira, pela representante da Corporação Financeira Internacional (IFC), Katia Gonçalves, e o pelo director do BM para Angola, Abdoulaye Seck, que de acordo com o Jornal de Angola, inclui ainda o Acordo Geral de Compras no valor de dois milhões de dólares a favor do fortalecimento do sector da energia, bem como da assistência técnica reembolsável à privatização das empresas públicas.

A cooperação com a IFC, segundo o Jornal de Angola que cita à Angop, abre caminho para o financiamento de projectos de desenvolvimento com o envolvimento de capital privado, o que pode resultar a entrada deste sector em investimentos de longo prazo.

No que diz respeito a assistência técnica reembolsável, o Governo tem agora a possibilidade de recorrer à consultoria especializada ao Banco Mundial, com o benefício extraordinário de obter resultados mais credibilizados.

Com a assinatura deste protocolo, o Estado pode abdicar de contratar consultoria especializada às grandes firmas internacionais como a Deloitte, McKenzie, KPMG e outras.

O instrumento relacionado com compras do sector da energia (PPA, sigla inglesa), vem fortalecer o sector da energia, com maior destaque para a Rede Nacional de Transporte (RNT).

Ainda no seguimento das assinaturas dos protocolos, o ministro das Finanças, Archer Mangueira, considerou o acto como bastantes importantes para Angola, sobretudo neste momento de reformas e de diversificação da economia com a potenciação do empresariado nacional.

Segundo Kátia Gonçalves, representante da IFC, actualmente estão disponíveis uma carteira de cerca de 75 milhões de dólares para o sector financeiro e sector turístico, tendo os empréstimos correntes uma duração entre sete a dez anos, tendo ainda informado que a instituição apoia, actualmente, um total de quatro empresas, entre os quais, dois bancos e duas empresas do sector real.

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