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Fábrica produz 10 mil toneladas de perfis de aço

A CITIC Alumínio Angola Co. Lda investiu 40 milhões de dólares numa fábrica que vai permitir a produção anual de 10 mil toneladas de vários tipos de perfis de aço para construção civil.

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Redacção
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De acordo com o Jornal de Angola (JA), a unidade fabril que arrancou, recentemente, na Zona Económica Especial (ZEE) Luanda -Bengo, vai exportar essa matéria-prima para a República Democrática do Congo (RDC) e para a Namíbia.

A informação foi avançada pelo presidente do Conselho de Administração da Agência de Investimento e Promoção das Exportações (AIPEX), Licínio Vaz Contreiras, à margem da inauguração da unidade.

Segundo Licínio Vaz Contreiras o negócio vai chegar a outros países, sobretudo africanos, tão logo reduza o volume de importação de matéria-prima. Este facto, segundo avançou o presidente do Conselho de Administração da Agência de Investimento e Promoção das Exportações, pode ser uma realidade em 2020 com a garantia de mais investimento.

“A RDC e a Namíbia são apenas o primeiro passo e, tão-somenteas condições virem a melhorar, o negócio vai chegar a outros países”, salientou Licínio Vaz Contreiras, que reconheceu que “com essa fábrica há uma necessidade de aproveitar-se mais as sucatas para se evitar importações de matérias-primas para o fabrico de alumínio.”

A inauguração da unidade fabril vai garantir a criação de cerca de 300 novos postos de trabalho, dos quais 90% angolanos e 10% expatriados.

Por outro lado, realçou o gestor, a AIPEX tem122 projectos registados, dos quais 59 em execução, onde uns são de maior porte e outros de menor.

O embaixador chinês acreditado em Angola, Gung Tuo disse, entretanto, que as duas visitas efectuadas, recentemente, pelo Presidente da República de Angola, João Lourenço, à China, deram um novo impulso às relações entre os dois países, principalmente na esfera empresarial.

“A China está aqui para promover um patamar para os interesses comuns, assim como contribuição para reduzir o desemprego em Angola, principalmente na juventude. Vamos continuar a contar com o apoio do Governo angolano”, disse Gung Juo.

Por sua vez, Carlos Cepura André, administrador executivo da Zona Económica Especial (ZEE) Luanda - Bengo, salientou que o acto constitui uma importante plataforma institucional para a concretização de investimentos. Acrescentando, o gestor referiu que a inauguração da fábrica é uma iniciativa oportuna que ocorre num momento particularmente importante do desempenho da economia angolana.

“O Conselho de Administração da ZEE regozija-se por albergarem dois meses a inauguração de duas fábricas, pelo que encorajamos os empresários angolanos e estrangeiros a encontrarem aqui um espaço ideal para fazerem os seus negócios”, apelou.

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