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FPSO Grande Plutónio produziu mais de 500 milhões de barris

O FPSO Grande Plutónio, operado pela BP em parceria com a Sinopec, já produziu 600 milhões de barris de petróleo, revela um comunicado da Agência Nacional de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (ANPG).

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Cláudio Gomes
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Cláudio Gomes

Segundo o documento a que a Economia & Mercado (E&M) teve acesso, ontem, este bloco está a operar há 13 anos e não obstante a situação imposta pela pandemia da Covid-19, que colocou novos e difíceis desafios às operadoras, a petrolífera BP tem conseguido manter os níveis de eficiência operacional projectados para o primeiro semestre deste ano.

“Para alcançarmos resultados relevantes, como este, é fundamental a aposta continuada no trabalho de equipa, na formação, na segurança em todos os trabalhos que desenvolvemos em Angola”, disse o vice-presidente Sénior da BP Angola, Adriano Bastos.

A empresa refere no documento, que para que os níveis de produção e de rentabilidade se mantenham, no futuro, a petrolífera tem vindo a apostar na melhoria do desempenho do sistema de injecção de água, o que garantirá maior estabilidade na produção futura, bem como na contínua redução da queima de gás.

De acordo com o comunicado da Agência Nacional de Petróleo, Gás e Biocombustíveis, a estratégia permitiu que o FPSO Grande Plutónio vencesse “o prémio inaugural das emissões de baixo carbono da BP (Helios), em 2019”.

No entender do gestor, esta aposta será tanto mais bem sucedida se for feita em conjunto com a Concessionária Nacional (ANPG), com a Sinopec Angola, que é a parceira neste bloco, e com todas as companhias que prestam serviços a BP.

Por outro lado, salienta o documento, o presidente da ANPG, Paulino Jerónimo, considera que as empresas do sector chegarão ao fim da crise pandémica mais reforçadas e com resultados que lhe permitirão encarar o futuro com confiança.

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