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Governo do Kwanza Norte quer travar encerramento da fábrica da EKA

A paralisação da produção da cervejeira poderá mandar 160 trabalhadores ao desemprego dos 197 que emprega actualmente.

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Governador provincial do Kwanza Norte, Adriano Mendes de Carvalho, solicitou ontem, em Ndalatando, à direcção da EKA, uma moratória, antes de avançar com a paralisação da fábrica, para a consulta ao Governo central.

A empresa cervejeira EKA, situada no Dondo, anunciou, a 5 de Maio último, a suspensão da produção a partir deste mês, Junho, devido ao aumento dos custos operacionais.

No entanto, o governador pediu à empresa, durante uma reunião com representantes da direcção e trabalhadores, uma moratória, tendo em conta o impacto económico e social da paralisação desta unidade fabril para a província.

Por esta razão, vai pedir a intervenção dos ministérios do Comércio e Indústria e o da Economia e Planeamento, assim como de outras estruturas centrais do Governo, para soluções que evitem a paralisação, tendo como critério a salvaguarda dos postos de trabalho e os interesses económicos e financeiros da fábrica.

No final do encontro, o director-geral da EKA, Marc Mayer, disse à imprensa que a paralisação da produção da cervejeira poderá mandar 160 trabalhadores ao desemprego dos 197 que emprega actualmente.

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