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IDA anuncia líderes em políticas públicas

A Associação Internacional de Desenvolvimento (IDA), do grupo Banco Mundial publicou uma lista que aponta Cabo Verde como um dos países da África Subsaariana com políticas e instituições de qualidade.

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Cláudio Gomes
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Cláudio Gomes

De acordo com a respectiva lista, relativa a 2017 e recentemente divulgada, Cabo Verde surge em terceiro lugar, com 3,7 pontos (num máximo de seis), apenas atrás do Ruanda (primeiro, com quatro pontos) e do Senegal (segundo, 3, 8 pontos).

Segundo o Jornal de Angola, a análise abrange 38 países e mede o seu progresso no fortalecimento da qualidade das políticas e instituições públicas.

Os países são classificados numa escala de um (mais baixo) a seis (o mais alto) em 16 indicadores de desenvolvimento de quatro categorias: gestão económica, políticas estruturais, inclusão social e políticas de equidade e instituições de gestão do sector público.

Com a mesma pontuação de Cabo Verde surgem o Quénia e a Tanzânia, na classificação da IDA. Moçambique surge ligeiramente acima da média do estudo para a África a Sul do Saara (3,1 pontos), com 3,2 pontos.

São Tomé e Príncipe regista uma pontuação de 3,1 pontos, igual à média, e a Guiné-Bissau surge entre os piores, com 2,5 pontos, à frente apenas do Sudão do Sul, Eritreia e Sudão.

Globalmente, os dados da IDA mostram-se estáveis em relação a 2017, depois de em 2016 terem registado uma deterioração.

Punam Chuhan-Pole, economista chefe do Banco Mundial e autor principal do relatório, afirmou que no ano passado “os países africanos beneficiaram de um ambiente global mais favorável que lhes deu espaço para introduzir reformas.”

Entre os principais riscos identificados para os países africanos estão os relacionados com conflitos, o impacto sobre os preços das matérias-primas ou as alterações climáticas.

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