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Introdução do seguro agrícola ainda em estudo

A introdução do seguro agrícola em Angola, que prevê a partilha de riscos entre o Estado e as empresas seguradoras, depende de estudos que estão a ser feitos por consultores internacionais da ARSEG.

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A informação foi avançada esta semana, em Luanda, pelo presidente do conselho de administração da Agência Angolana de Regulação e Supervisão de Seguros (ARSEG), Aguinaldo Jaime, durante uma intervenção a margem da celebração do 21º aniversário da instituição.

Na ocasião, o responsável afirmou que os referidos estudos visam identificar os riscos existentes na actividade agrícola, como forma de introduzir no sistema de partilha de riscos do sector da melhor forma possível, razão pela qual, esclareceu, os trabalhos estão a ser feitos com ajuda de consultores internacionais especializados na matéria.

“Se é verdade que o seguro agrícola é importante, logo é necessário que se façam estudos estruturados para que não seja inviável”, defendeu Aguinaldo Jaime argumentando que o sector agrícola é uma actividade que comporta muitos riscos como as pragas, situações climáticas, entre outros males.

Em Abril de 2017, escreve o portal, o presidente da estatal ENSA Seguros de Angola, Manuel Gonçalves, anunciou terem as províncias do Huambo, Malanje e Bengo sido seleccionadas para a fase experimental do Seguro Agrícola que iria começar a ser comercializado em Angola na campanha agrícola 2017/2018.

A ENSA foi na altura, continua o Macauhub, designada seguradora líder deste co-seguro agrícola, em que vão intervir diversas companhias de seguros, indo numa primeira fase ser realizados dois projectos-piloto que serão desenvolvidos em pequenas e grandes explorações agrícolas.

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