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Juventude, crise e desemprego

Há um ano, o Instituto Nacional de Estatística (INE) revelava que a crise económica e financeira, iniciada em 2014, obrigou ao encerramento de 576 empresas e outras 1.600 corriam o risco de falir.

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Fotografia
:
Carlos Aguiar

Na altura, o INE estimava a taxa de desemprego no país em20% da população economicamente activa (a estimativa actual mantém-se inalterada), com base no inquérito de Indicadores Múltiplos e de Saúde (IIMS) 2015-2016. Ainda de acordo com esse documento, a taxa de desemprego na área urbana era quase três vezes superior à da rural (25% e 9%, respectivamente).  

Mais recentemente, o INE sugeriu a inclusão do desemprego nos indicadores de pobreza, por considerá-lo um factor de grande impacto na população económica do país. Assim, esse indicador seria associado a outros dez, usados na avaliação do Índice de Pobreza Multidimensional (IPM) no país, realizado pelo Programa das Nações Unidas Para o Desenvolvimento (PNUD) e pela Oxford Poverty And Human Development Initiative (OPH) da Universidade Oxford.

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