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Lares de acolhimento recebem cestas básicas

Mais de 147 mil toneladas de alimentos arrecadadas este mês, durante a realização de um live solidário, serão distribuídas a favor de instituições de apoio social de sete províncias do país.

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Segundo um comunicado da Fidelidade Seguros Angola, patrocinadora do evento, recepcionado recentemente pela Economia& Mercado (E&M), das mais de 147 mil toneladas de alimentos arrecadas, foi possível constituir 9.595 cestas básicas compostas por bens essenciais de consumo que serão distribuídas em instituições de caridade de pelo menos sete províncias do país a par de Luanda.

As cestas básicas arrecadas durante o live solidário transmitido pela Televisão Pública de Angola e pelo portal Platinaline, que teve o músico e compositor Matias Damásio como o principal protagonista, começaram a ser distribuídas em instituições de caridade da província de Luanda como os centros de acolhimento Pequena Semente, Dom Bosco, Lar Kuzola, o Lar de Acolhimento de Idosos (Beiral), entre outros.

O Lar de Acolhimento Pequena Semente, por exemplo, recebeu 200 cestas básicas com bens essenciais de consumo. Citado no documento a que a E&M teve acesso, o reverendo Cassule manifestou a sua satisfação, não apenas pelo facto de os menores desfrutarem momentos diferentes junto de Matias Damásio, como também pelo facto de ver reforçada o stock de refeições da instituição que dirige.  

O sentimento de alegria e gratidão, refere o comunicado, estendeu-se também ao Lar Kuzola, instituição tutelada pelo Estado, actualmente dirigida pela senhora Engrácia do Céu. A fonte, de acordo com o documento valorizou o gesto de caridade, tendo afirmado que as crianças e os responsáveis do centro sensibilizaram-se com  o apoio recebido.

Apoio pela empresa de logística e transportes (SLC), que cuidou da transportação dos donativos, Matias Damásio garantiu que os bens já começaram a ser distribuídas em instituições de caridade de outras províncias.

“Assisti, pessoalmente, ao embalamento de todas as cestas básicas que seguiram, para as províncias do Cuanza Sul, Malanje, Bié, Huambo, Huíla e Benguela, para serem também entregues às outras famílias que mais precisam”, cita o documento.

É um dever das figuras públicas, admitiu o músico, apoiar o seu público da forma que lhes seja possível, seja através da mobilização da sociedade civil ou de empresas que trabalham todos os dias.

Paulo Edra, da Fidelidade Angola, subscreve o posicionamento do artista, uma vez que em seu entender, “as empresas cumprem um papel muito importante quando se dedicam de corpo e alma ao apoio das comunidades em que se inserem, sobretudo em situações tão difíceis como tem sido esta causada pela COVID-19”.

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