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Linha de produção e engarrafamento de óleo alimentar arranca em 2019

Uma linha de produção e engarrafamento das Indústrias Angolanas de Óleos Vegetais (Induve) arranca em 2019, depois de ter permanecido paralisada ao longo de 11 anos ou desde que foi montada em 2007

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Cláudio Gomes
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Cláudio Gomes

O director-executivo da Induve, Edgar Almeida declarou, em entrevista a Angop, que a falta de matérias-primas no país, a linha arranca com o engarrafamento de óleo a granel importado em recipientes de um e de 20 litros.

Segundo o responsável, a capacidade de produção da companhia instalada em Cacuaco, província de Luanda, é de seis mil garrafas de um litro e 500 latas de 20 litros por hora.

Para se evitar custos com a importação do cereal do Brasil e Argentina de cerca de seis a sete milhões de dólares por ano, indicou, Edgar Almeida, a expansão do cultivo de milho no país como a solução para a falta de matéria-prima.

Com uma tal escala de utilização de milho - a capacidade instalada é de 420 toneladas por dia -, a empresa associou a produção de óleo vegetal à de fuba para consumo humano e à de ração animal.

Edgar Almeida considerou que 2018 foi um ano positivo, apesar de dificuldades relativas à obtenção de divisas, para a importação de milho. “O milho de produção nacional é insuficiente para suprir as nossas  necessidades”, explicou o responsável. Mesmo assim, a quantidade importada ainda tem estado a acudir alguns avicultores a pedido do Ministério da Agricultura e Florestas. 

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