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Mosaiko debate auto-recriminação dos africanos em Luanda

Cláudio Gomes
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Foto:
DR

Denomina-se Conferência Internacional “Pensar África” e vai debater a contínua subestimação global dos africanos e a sua auto-recriminação, informa uma nota da instituição.

De acordo com o documento a que a Economia & Mercado teve acesso hoje, segunda-feira, 7, a conferência enquadra-se nas comemorações do 25º aniversário do Mosaiko – Instituto para a Cidadania, primeira instituição angolana a assumir a missão de promover os direitos humanos em Angola.

Para o efeito, o Instituto para a Cidadania convidou e desafiou painelistas de Angola, Moçambique, Cabo Verde e Burundi, para “propor ideias emancipatórias, inconvencionais e sem julgar, descobrir no outro o reflexo de um povo que apesar de desumanizado, ainda anseia ser livre”, enfatiza no documento.

Durante os dias 15 e 16 de Novembro, os participantes vão produzir novas linhas de pensamento do qual se pretende recuperar o espaço de firmação da dignidade da mulher e homens africanos, com o objectivo fomentar o pensamento crítico de forma a tornar cada mulher e homem africanos os protagonistas da sua visão, ideias e história.

Informa que a referida conferência tem especial importância por trazer à luz a contínua subestimação global dos Africanos, assim como, a auto-recriminação do africano/a. E ao reflectir sobre estas e outras questões, além de produzir novas linhas de pensamento, pretende-se no final, recuperar o espaço de firmação da dignidade da mulher e homens africanos.

O Mosaiko|Instituto para a Cidadania é uma organização angolana sem fins lucrativos, que visa contribuir para uma cultura de Direitos Humanos em Angola. Fundado em 1997, pelos Missionários Dominicanos (Ordem dos Pregadores – Igreja Católica), foi a primeira instituição angolana a assumir, explicitamente, como missão, a promoção dos Direitos Humanos em Angola. Há 25 anos que o Mosaiko promove e defende os direitos humanos no país.