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Movimento mundial contra o racismo

O Blackout Tuesday (Terça-feira de apagão, em tradução livre) foi organizado por várias pessoas da indústria norte-americana de música...

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Fotografia
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DR

O mundo acordou hoje em “Blackout”, com respaldo nas redes sociais onde estão a ser publicados quadrados negros com a hashtag #blackouttuesday. As publicações são símbolos de solidariedade para com o movimento “Black Lives Matter” (vidas negras importam), que está a organizar protestos por toda a América desde a morte de George Floyd – o afro-americano de 46 anos que, no dia 25 de Maio, foi asfixiado por DerekChauvin, um polícia de Minneapolis.

O Blackout Tuesday (Terça-feira de apagão, em tradução livre) foi organizado por várias pessoas da indústria norte-americana de música, que, numa campanha conjunta – a que chamou “The Show Must BePaused” (o espectáculo tem de ser interrompido) –, hoje não fará qualquer lançamento musical, vendas ou compras de música. A plataforma Soptify, por exemplo, anunciou que vai adicionar uma faixa de 8 minutos e 45 segundos (o tempo que o policial americano esteve com o joelho no pescoço de Floyd enquanto este estava deitado no chão, e que o levou à morte) de silêncio em algumas listas de músicas e podcasts. Artistas, editoras, rádios e serviços de streaming de música vão também fazer “silêncio”, e já são vários os artistas que deram a cara por esta campanha e por este dia de protesto, como foi o caso de Eminem, Mick Jagger, BillieEilish ou Beyoncé.

Em Angola, artistas como Yola Semedo, Ary, C4 Pedro ou Paulo Flores também já se juntaram a este movimento mundial.

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