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Noventa e quatro jornalistas mortos em 2018

O ano de 2018 não foi dos melhores para os profissionais de comunicação social e demais trabalhadores dos medias a nível do mundo, indica a Federação Internacional de Jornalistas.

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Cláudio Gomes
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Cláudio Gomes

Segundo o Jornal de Angola (JA) que cita a agência de notícia Associated Press, durante o ano passado (2018) o órgão registou a subida para 94 o número de jornalistas e demais profissionais do sector que perderam a vida.

De acordo com o relatório anual da Federação Internacional de Jornalistas o aumento registado, mais 12 do que em 2017, surge após um declínio verificado nos últimos seis anos.

Entre as causas das mortes dos jornalistas e outros trabalhadores do sector dos media, salienta a Associated Press, foram por assassinatos selectivos, bombardeamentos e durante diversas situações de conflitos armados.

Antes do declínio iniciado nos últimos seis anos, 121 pessoas que trabalhavam para organizações ligadas aos media foram mortas, e o pior ano foi em 2006, com 155 profissionais abatidos.

O país onde a mortalidade foi mais elevada para osjornalistas este ano foi o Afeganistão, com 16 pessoas, o México a seguir, com11, o Iémen com nove e a Síria oito. O caso mais recente, recente e polémico, tem haver com o assassinato de jornalista Jamal Kashoggi.

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