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O fim do itinerário em busca da saúde para os olhos

Pedro Fernandes
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Foto:
Carlos Aguiar

A província de Benguela está a dedicar especial atenção às necessidades sanitárias da população, particularmente na saúde ocular, fruto dos investimentos a nível humano e tecnológico.

A província de Benguela tornou-se o destino de eleição para quem procura so-
luções para problemas oculares. Pacientes de vários pontos do país,
principalmente da capital, Luanda, deslocam-se até àquela cidade onde, graças
ao esforço desenvolvi- do por duas instituições sanitárias, foram consultadas,
durante os últimos oito meses, cerca de 52.420 pessoas com problemas de
acuidade visual, numa média de perto de 7.000 pacientes por mês.

Falamos
do Centro Internacional de Oftal- mologia (uma unidade pública), com 39.206
pacientes consultados, e da Casa Boa Vista, adstrita à Organização
Não-Governamen- tal Solidariedade Evangélica de Angola, com mais de 13 mil
doentes atendidos no período em referência.

Abordados
a propósito da incidência de doenças visuais na província, gestores das duas
estruturas reconheceram a existên- cia de muita procura pelos serviços mé-
dicos das mesmas, apesar de a actual con- juntura económica inibir alguns
doentes, principalmente aqueles que têm que se deslocar de outra província do
país ou de outros municípios do interior de Bengue- la para aquele local. Para
quem vive em Luanda, por exemplo, os custos de trans- porte variam entre 5.000
Akz (autocarro) e 60.000 Akz (avião). Sem falar dos custos com a estadia, um
pormenor que deve ser ane- xado à factura, ainda mais quando a diária custa
25.000 Akz.

Leia mais na edição de Agosto de 2018.

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