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País continua na lista de carga elevada de Tuberculose

O País continua na lista dos 30 Estados com cargas de tuberculose mais elevadas do mundo, num subgrupo de 20 nações onde o número de pessoas infectadas pela doença está entre dez mil e 500 mil caso.

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Cláudio Gomes
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Cláudio Gomes

Segundo o coordenador do Programa Nacional de Controlo da Tuberculose, citado recentemente pela Angop, não obstante os esforços assinaláveis, onde destaca-se a construção, ampliação e modernização do Sanatório de Luanda, o Angola tem ainda outras batalhas a vencer para fazer face o elevado índice de casos de tuberculose.

Ambrósio Disadidi disse que integram o "Subgrupo 1”, onde o encontra-se Angola, a República Democrática do Congo, África do Sul, Moçambique, Etiópia, Tanzânia, Coreia do Norte e Vietname. Esses Estados, conforme referenciou Ambrósio Disadidi, só perdem em termos de números, para a Índia, com mais de um milhão de casos, Indonésia, China, Paquistão e Nigéria, com mais 500 mil a um milhão de doentes.

De acordo com o responsável do Programa Nacional de Controlo da Tuberculose, já no "Subgrupo 2”, estão os restantes dez países, sendo os que a taxa de pessoas a desenvolver a TB por habitantes é bastante elevada, com mais ou menos dez mil casos por ano. Destaque para o Congo, Zâmbia, Namíbia e Lesotho.

Para sair dessa lista, sublinhou, Angola elaborou um Plano Estratégico Nacional de Luta contra a Tuberculose 2018/2022, com vista a acelerar a redução da incidência e da mortalidade por TB, baseada nos princípios de direito à saúde, universalidade, equidade, integração e participação comunitária.

Ambrósio Disadidi salientou que a visão é o país conseguir eliminar a carga da TB e reduzir em 35% a morbilidade e mortalidade por tuberculose. Por isso, defende uma maior sensibilização da população nas principais línguas regionais, prevenção da doença pela vacinação, rápido diagnóstico da TB, tratamento precoce e seguimento do paciente em tratamento até a cura.

Segundo o coordenador nacional, há projectos para o reforço da parceria para expandir o Tratamento Observado Directamente (DOT) nas comunidades, passando pela maior e melhor capacitação dos recursos humanos, envolvimento da sociedade civil.

Por exemplo, referenciou, Ambrosio Disadidi, citado pela Angop, Angola continua na lista dos 30 Estados com as cargas de tuberculose mais elevadas do mundo, num subgrupo de 20 nações onde o número de pessoas infectadas pela doença está entre dez mil e 500 mil casos, revela Ambrósio Disadidi.

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