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Positiva lança solução tecnológica que permite recuperar crédito malparado

A Positiva Bureau de Gestão e Serviços Financeiros lançou recentemente, no mercado nacional, um conjunto de serviços tecnológicos que visam facilitar a concessão e recuperação de crédito malparado.

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O lançamento, de acordo com um comunicado da empresa, a que a Economia&Mercado (E&M) teve acesso, recentemente, refere-se sobre o lançamento de três diferentes serviços para o mercado nacional, nomeadamente o “Positiva Sistema de Gestão e Operações de Cobrança”, o “Positiva Control” e por último o “Positiva Consultoria”.

O primeiro, como o próprio nome diz, visa a implementação de soluções que ajudam a controlar e gerir a concessão e recuperação de crédito, “de forma mais simples e eficaz”. Já o segundo serviço, a Positiva Control, foi “desenvolvido com o objectivo de se tornar a maior e mais eficiente agência de cobrança de Angola”.

Para uma operacionalização mais eficaz da sua área de consultoria, a empresa, que se apresenta como uma fintech – termo usado para se referir a empresas que desenvolvem produtos financeiros totalmente digitais – garante colocar os seus especialistas à disposição dos seus clientes, “com o objectivo de identificar oportunidades de optimizar o processo de crédito e cobrança, de forma a reduzir o risco de crédito malparado”.

“A metodologia da Positiva baseia-se na crença de que a tecnologia e a estratégia são fundamentais para o combate ao crédito malparado”, detalha a empresa, em comunicado, reforçando que as soluções apresentadas, procuram aproximar as empresas dos seus clientes, por meio da negociação.

“Através do conhecimento aprofundado do perfil dos clientes, é possível actuar de forma mais direccionada, obtendo deste modo resultados mais eficazes”, asseguram os promotores destes novos serviços, garantido que a tecnologia utilizada permite criar um sistema que automatiza a gestão dos recebíveis e apoia na recuperação do malparado.  

“Este conjunto de soluções contribui para reduzir o risco relacionado à concessão de crédito, aumentar as taxas de recuperação e reduzir os custos operacionais das empresas angolanas, quer sejam públicas ou privadas”, lê-se ainda no documento.    

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