3
1

Preço das ramas angolanas aumenta mais de 10% no primeiro trimestre de 2022

Comparativamente ao primeiro trimestre do ano em curso, o preço médio das ramas angolanas verificou um aumento de 10,72% no segundo trimestre de 2022 e 65,99% em relação ao período homólogo de 2021.

1
2
Fotografia
:
DR

A informação apresentada no início desta semana, em Luanda, pelo Gabinete de Estudos, Planeamento e Estatística (GEPE) do Ministério dos Recursos Minerais, Petróleo e Gás (Mirempet), que dá conta que o preço médio das ramas angolanas situou-se a 113,903 dólares por barril, enquanto a média do brent datado foi de cerca de 113,928 dólares por barril.

Segundo o director do GEPE, Alexandre Joaquim Garrett, os preços das ramas angolanas e do brent mantiveram uma “tendência crescente”, sendo que as ramas angolanas abriram o período com um preço de 106,245 dólares por barril, fechando na ordem dos 121,982 dólares por barril.

“Em relação ao brent, a tendência foi igualmente crescente, começando o período (Abril) com 104,389 USD/barril, enquanto fechou-se o período (Junho) com 123,702 dólares por barril”, disse.

A apresentação do GEPE indica ainda que a Adália, com 10,8%, a Mostarda, com 10,04%, a Girassol, com 9,55%, a Closed, 9,48% e Paz Flor, com cerca de 7,26%, foram as ramas mais comercializadas. “Em relação aos preços médios por ramas, as exportações indicam que o preço médio de exportação mais alto foi registado na rama Olombengo com 117,126 dólares por barril, enquanto o preço mais baixo foi registado na rama Palanca Blend com 105,389 dólares por barril”, disse.

Fazendo referência as exportações por destinos dos períodos homólogos e anteriores, a China já tinha sido o principal destino das ramas com cerca de 65,5% e, no segundo trimestre de 2021, também tinha sido a China o principal destino, mas com 72,84%.

China lidera explorações angolanas do gás butano e propano

O país asiático foi o principal destino das exportações do gás butano e do propano produzido durante o segundo trimestre deste ano, com uma cifra de 63,92% e 54,11%.

Os dados reflectem as exportações nacionais do gás no segundo trimestre deste ano, que foi liderado pela China, seguida da França (34,47%), RDC e da Namíbia, com 1,48% e 0,13%, em relação ao gás butano. Quanto ao gás propano, de acordo com o Gabinete de Estudos, Planeamento e Estatística (GEPE) do Ministério dos Recursos Minerais, Petróleo e Gás (Mirempet), a França segue a China com 10,28%.

No mesmo período, foram exportadas cerca de 1.025.515 toneladas métricas de Gás, valorizadas em 1.107.007.882 dólares americanos. “O país produziu 35,66 mil toneladas métricas (toneladas métricas) de gás butano, comercializando-o ao preço médio de 675,888 USD/T.M, enquanto em relação ao gás propano, produziu 313,39 mil toneladas métricas, comercializadas ao preço médio de 647,530 USD/T.M”, indicam os dados.

Comparativamente ao trimestre homólogo de 2021, os dados indicam que registou-se uma diminuição de 6,63% no volume exportado, enquanto em relação ao trimestre anterior observou-se uma diminuição de 9,01%.

7