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Preços da cesta básica sobem 0,27% na terceira semana de Dezembro

Redacção_E&M
28/12/2022
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Foto:
DR

Os produtos da cesta básica registaram, em termos gerais, um aumento de 0,27% no intervalo entre a segunda e a terceira semana do mês em curso.

Como se pode aferir numa notícia publicada hoje, quarta-feira, 28 de Dezembro, a variação de preços dos produtos da cesta básica da segunda para a terceira semana do mês em referência registou um aumento de 0,42% nos estabelecimentos comerciais.

Segundo os dados compilados pelo Jornal de Angola, o sal comum iodado com 2,09%, a carne de vaca (1,70%) e o pão bola (1,17%), são os produtos que contribuíram para o referido aumento de preços no período indicado.

Por outro lado, escreve o diário nacional, o açúcar branco com 5,60%, fuba de bombó com 3,58% e o sabão em barra com 3,02%, respectivamente, são os produtos que registaram as maiores reduções de preços.

No período em referência, lê-se, as maiores variações de preços foram observadas no Kero com 2,09%, Alimenta Angola (2,20%) e Candando (1,33%). Neste sentido, o Jornal de Angola avança que registaram-se, igualmente, reduções de preços nos estabelecimentos como a Fresmart com 2,29%, Maxi (1,16%) e Intermarket (0,29%).

Já em relação aos preços dos produtos da cesta básica nos mercados informais, de acordo com a notícia do diário, da segunda para a terceira semana do mês de Dezembro registaram um aumento de 0,11%.

Por sua vez, os produtos que mais contribuíram para este aumento de preços foram, a massa esparguete com 5,08%, o tomate com 4,40% e a farinha de trigo com 1,73%. As maiores variações de preços no período em referência, refere o Jornal de Angola, foram registadas nos mercados do Kifica com 0,52%, Congolenses 0,35%, Correios e Kwanzas com 0,18% cada um. Por outro lado, observou-se reduções de preços no Kikolo com 0,24% e Km 30 de 0,19%.

Ao que se pode notar no comportamento geral dos preços e um pouco dos agentes económicos, a oferta de preços de bens essenciais continuou a mostrar plena estabilidade e a garantir que as famílias mantenham o poder de compra, que têm recuperado nos últimos meses.