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“Procura-se país grande para relacionamento estável”

Sem um envolvimento maior do Brasil, a CPLP dificilmente se afirmará externamente. É incerto o que fará Jair Bolsonaro nesta frente, mas a tendência histórica é de distanciamento.

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Que afirmação internacional pode ter uma comunidade de países sem o país que representa 75% da população total do bloco e 83% da economia? A pergunta, incómoda, está na origem da multiplicação de declarações políticas de líderes da CPLP, a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa, desde a eleição em Novembro passado do novo presidente brasileiro. Em Janeiro, na tomada de posse de Jair Bolsonaro, o presidente português fez questão de colocar o “empenho” do Brasil na CPLP como um dos temas prioritários na primeira conversa com Bolsanaro.

Pouco tempo antes, questionada pelos media sobre se Bolsonaro não iria afastar ainda mais o Brasil da comunidade lusóna, a secretária-geral da CPLP pareceu lacónica. “Temos de dar tempo ao tempo”, disse Maria do Carmo Silveira. “Só posso desejar que a colaboração, participação, o envolvimento do Brasil na CPLP possam sair mais reforçados”, juntou.

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