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Quantidade ainda “atropela” a qualidade dos serviços

O aumento da taxa de bancarização em Angola continua a ser prioritário para o sector financeiro. Segundo o BNA, a adesão aos serviços bancários cresceu, por influência das contas “bankita” a ordem.

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Pedro Fernandes
Fotografia
:
Carlos Aguiar
Pedro Fernandes

No entanto, a qualidade da prestação dos serviços ainda incentiva aguardar o dinheiro em casa.

Apenas metade da população adulta em Angola é detentora de uma conta bancária. Dados do último levantamento do Banco Nacional de Angola (BNA), efectuado em 2016, revelam a existência de 7,8 milhões de contas bancárias, num universo de15 milhões de cidadãos maiores de idade.

Apesar de o nível de acesso aos serviços bancários abranger metade da população adulta, o banco central deseja que esta cifra seja alargada até aos 60%, perto de 8,5 milhões de angolanos, ainda conforme o Programa de Educação Financeira publicado em 2016 pela instituição.

Já segundo a Associação Angolana de Bancos (ABANC), actualmente, cada agência serve, em média, 7.381 adultos e cobre cerca de 634,1 quilómetros quadrados, um dado que coloca o país na sexta posição no contexto do nível de bancarização na África Subsaariana. Mesmo assim, “Angola está acima da média”africana, atesta a instituição.

Leia mais na edição de Novembro de 2018.

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