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Sete milhões de angolanos em insegurança alimentar

Cerca de sete milhões de angolanos debatem-se com a problemática da fome e insegurança alimentar em Angola, garantiu Gherda Barreto, representante FAO em Angola.

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Fotografia
:
Carlos Aguiar

Eram um pouco mais de cinco milhões de pessoas em situação de insegurança alimentar antes, com a problemática da COVID-19 e queda do preço do petróleo, a situação agravou, passando a sete milhões de pessoas, disse Gherda Barreto, representante da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO) em Angola.

A falar a E&M, Gherda Barreto disse ainda que a FAO já ajudou o governo angolano com 40milhões de dólares, não só no desenvolvimento do projecto de baixo carbono, mas também no combate a fome e a insegurança alimentar, bem como no fomento do agronegócio.

Quanto as soluções, aquela responsável referiu que, tem de se pensar em acções integradas e contínuas. “Mas o caminho é o incremento da produção nacional”, defendeu, sem esquecer de frisar que “na FAO estamos felizes, pois nunca tínhamos vista tanta produção nacional no mercado”, disse, referindo que o país deve apoiar e continuar nisso.

Sobre as transferências sociais, defendeu serem também um caminho, mas devem ser combinadas com entrega de meios de vida, meios que ajudem as pessoas a produzir, pois, "dinheiro pode acabar no mesmo dia", finalizou.

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