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Situação de branqueamento de capitais analisada em Luanda

O Comité de Supervisão da Unidade de Informação Financeira (UIF) reuniu-se, terça-feira, para analisar as acções de combate ao terrorismo e branqueamento de capitais.

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José Zangui
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José Zangui

A reunião, presidida pelo Ministro de Estado para Coordenação Económica, Manuel Nunes Júnior, serviu de preparação para a avaliação que Angola será submetida em Junho de 2022, pelo Grupo de Avaliadores de Combate à Lavagem de Dinheiro da África Austral e Oriental.

Na sessão de abertura, o Ministro de Estado destacou o papel da UIF para que Angola venha a ser avaliada positivamente por este organismo do Grupo de Acção Financeira Internacional (GAFI). 

Por sua vez, a directora geral da Unidade de Informação Financeira (UIF), Francisca de Brito, considerou que essa entidade que dirige recebe regularmente informações sobre os ilícitos financeiros que ocorrem no país.

“Falamos de crimes económicos ou financeiros que podem levar ao branqueamento de capitais, desde os bancos, seguradoras, ministérios e os tribunais, que são obrigados a reportar todos os seus actos e como são tratados os casos e os seus implicados”, salientou.

Fazem parte do Comité de Supervisão da Unidade de Informação Financeira (UIF), os ministérios do Interior, das Finanças, o Banco Nacional de Angola (BNA) e a Procuradoria-Geral da República (PGR).

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