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Superar os prejuízos  

Os últimos cinco anos não foram fáceis para Angola e não o será, com certeza, em 2021, depois de, em 2020, quando já lutávamos contrauma crise financeira que nos deixava ofegantes, surgiu a Covid-19.

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A pandemia da Covid-19 deteriorou as condições socioeconómicas do país e pôs à prova, novamente, a capacidade de gestão dos governantes, mas também a das famílias e das empresas, que sentem, ao seu nível, o ímpeto desse vendaval que abana a economia e questiona o modo de vida que conhecemos até hoje. E os resultados do impacto – da crise financeira e da pandemia – é uma recessão que ronda os 4%, segundo previsões recentes do Fundo Monetário Internacional, que prevê alguma recuperação no próximo ano.

Contrariamente, o Governo angolano, na proposta de Orçamento Geral de Estado (OGE) para 2021, prevê uma taxa de crescimento nula (0%), comparada com a recessão antecipada de 3,6%. O desempenho previsto para o próximo ano é suportado pela desaceleração do sector petrolífero (em -7%), que foi, ao longo dos últimos 18 anos, a nossa bênção, mas também a maldição da qual não conseguimos livrar-nos ou, no mínimo, reduzir a excessiva de pendência.

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Overcoming losses

The past five years have not been easy for Angola, and it will certainly not be in 2021, not after 2020, which caught us struggling with a financial crisis that left us breathless, followed by the Covid-19 pandemic, which deteriorated the socio-economic conditions of the country and put to the test, once again, the management capacity of the rulers, but also of families and companies, which feel, at their level, the full impact of this windstormthat shakes the economy and questions the way of life we know until today.

And the results of the impact - of the financial crisis and the pandemic - is are cession around 4%, according to recent forecasts from the International Monetary Fund, which predicts some recovery next year.

On the contrary, the Angolan government, in its proposed General State Budget (GSB) for 2021, foresees a zero-growth rate (0%), compared to the anticipated recession of 3.6%. The performance forecast for next year is supported by the deceleration of the oil sector by (-7%), which has been, over the last eighteen years, our blessing, but also the curse from which we have not been able to free ourselves or, at the very least, reduce excessive dependence.

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