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Uma placa giratória para o desenvolvimento nacional

Michel Pedro
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Foto:
Carlos Aguiar e Arquivo

A província do Huambo está decidida a voltar a deter o segundo maior parque industrial de Angola.

Para tal, deverá ultrapassar uma série de constrangimentos, a começar pela avançada degradação das infra-estruturas industriais e pela desburocratização do processo de licenciamento de novas empresas.

O elevado custo da electricidade, a insuficiente produção agrícola, o deficiente escoamento da produção e o elevado preço dos transportes devido às más condições das vias de comunicação ou à ausência das mesmas, são alguns dos constrangimentos que os homens de negócios enfrentam na província do Huambo que, em finais de Setembro, realizou a sua primeira feira multissectorial, denominada “Expo-Huambo”, e à margem da qual se realizou o fórum “Investe Huambo”.

De acordo com José Severino, presidenteda Associação Industrial de Angola (AIA), um dos prelectores convidados, o mau ambientede negócios na província resultou numa “erosão salarial e na perda do poder decompra das populações e, nessa situação, as empresas vendem menos, têm menosforça de trabalho, sobretudo no sector industrial”.

Leia mais na edição de Novembro de 2018.

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