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A regeneração do “estado” Sonangol

A reforma da maior empresa nacional, também considerada um “Estado dentro do Estado angolano”, é um assunto antigo, porém, sempre actual.


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O Governo angolano está disposto a gastar até quarenta milhões de dólares em consultores para que ajudem não só a rejuvenescer a empresa, mas essencialmente a torná-la mais rentável, com foco no seu core business, o petróleo.

A Sonangol E.P, ao longo dos últimos anos, dispersou os seus investimentos pela banca, telecomunicações e imobiliário, para citar apenas alguns. Hoje, no âmbito do seu Programa de Regeneração, a empresa projecta retirar-se do capital da Unitel, bem como do sector bancário, onde participa do capital social do Banco Angolano de Investimentos (BAI), do Banco Caixa Angola, do Banco de Fomento Angola (BFA), do Banco Económico e do Banco de Comércio e Indústria (BCI).

Entretanto, a lista de participações de que a empresa pretende desfazer-se estende-se ao sector de prestação de serviços à indústria petrolífera, nomeadamente o Porto Amboim Estaleiros Navais (Paenal), a Sonamet (empresa de prestação de serviços de fabricação de estruturas metálicas para suporte à indústria petrolífera), a Sonils (base logística de apoio às operações do sector petrolífero), a Petromar (empresa de instalação de plataformas e estruturas submarinas) e a Angoflex (de construção de umbilicais e produtos associados para a indústria de petróleo e gás).


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