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Angola, um destino (ainda) pouco atractivo

Apesar do seu forte potencial, o turismo de Angola, dos destinos de aventura aos étnico-culturais, vê o seu desenvolvimento comprometido pelos acessos precários.

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Angela Canganjo
Angela Canganjo

A melhoria do Ambiente de negócios no país – que inclui a desburocratização do processo de concessão de vistos a investidores e homens de negócios –, ao longo do último ano, ainda não surtiu os efeitos desejados na economia, nomeadamente ao nível do aumento do Investimento Directo Estrangeiro (IDE), que se traduziu no incremento do turismo de negócios, o principal motivo de entrada de turistas em Angola nos últimos 16 anos.

O próprio Plano Director do Turismo (2011- 2020), no qual se contemplava a construção de Pólos de Desenvolvimento Turístico, ficou paralizado por causa da perda de capacidade de investimento que o Governo angolano enfrenta desde 2014, ano do início da crise económica e financeira, e que se traduziu no incumprimento dos objectivos do Executivo para o sector logo na primeira fase, que ia de 2011 a 2013, seguindo-se a fase da “Diversificação do Investimento e Promoção” do potencial turístico, que seria reforçado com a construção de infra-estruturas como os Pólos de Desenvolvimento Turístico de Cabo Ledo, Calandula e Bacia do Okavango, cujos gestores foram empossados em 2012, ainda antes da conclusão da construção das obras.

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