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Autoridades apreendem 35.000 quilates de diamantes

O exercício da "Operação Transparência", que vigora desde Setembro de 2018, permitiu apreensão de pelo menos 35.000 quilates de diamantes por parte das autoridades angolanas.

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Os dados foram divulgados esta semana, em Luanda, pelo ministro de Estado e Chefe da Casa de Segurança, Pedro Sebastião, durante uma reunião de balanço sobre a implementação do primeiro ano da referida operação.

Segundo o governante, as autoridades encerraram, em um ano de actividade, 96 cooperativas ilegais de diamantes, quatro projecto mineiro e 289 casas de compra de diamantes, além de 527.725 imigrantes ilegais. Foi ainda possível apreender 114 armas de fogo e 1.200 equipamentos de apoio à exploração ilegal de diamantes.

Ao expandir-se para costa marítima angolana, há seis meses, numa extensão de 1.650 quilómetros, as autoridades realizaram 1.353 missões de patrulhamento, que resultaram na apreensão de 390 interpelações, 356 embarcações de pesca apreendidas, 165.000 litros de combustíveis, mais de 250 toneladas de pescado e 50 de crustáceos.

Inicialmente, a operação foi lançada em terra, mais propriamente nas províncias da Lunda Norte, Lunda Sul, de Malanje, do Moxico, Bié, Uíge e Zaire, para travar o garimpo de diamantes e a imigração ilegal em Angola, sendo que em Março deste ano, foi estendida à costa marítima visando combater a pesca ilegal.

Pedro Sebastião afirmou, por isso, que os resultados obtidos em um ano encorajam o Executivo a continuar com a Operação, punindo contraventores que colocam em causa o crescimento económico de Angola.

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