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Banco Mundial desembolsa 1,3 mil milhões de dólares

O montante foi utilizado pela instituição financeira para financiar projectos de infra-estruturas macroeconómicas, de saúde, educação e áreas sociais.

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A informação foi avançada esta semana pelo director regional para Angola, Burundi, RDC e São Tomé e Príncipe, Jean-Christophe, durante uma visita de constatação aos municípios do Lobito e sede de Benguela.

No local, conforme escreveu a Angop no seu portal, Jean-Christophe verificou as obras em  execução das empresas de água e saneamento das cidades do Lobito e de Benguela, financiadas pela instituição.

"Estamos a negociar com o Ministério das Finanças outros financiamentos, já que o portfólio tem estado a crescer”, explicou avançou o responsável.

Segundo o director regional para Angola, Burundi, RDC e São Tomé e Príncipe, o Porto do Lobito e o Caminho de Ferro de Benguela (CFB) são empresas muito famosas na RDC, devido à importância do "Corredor do Lobito”, relativamente à exportação dos recursos minerais.

Neste sentido, Jean-Christophe visitou o Porto do Lobito para constatar as potencialidades, tanto em  infra-estruturas, nomeadamente os terminais de contentores, e o mineraleiro, bem como o equipamento instalado, esperando apenas por melhores dias para demonstrarmos a capacidade de movimentação de carga importada e para exportação.

Agricultura e electricidade

Recentemente, o Banco Mundial (BM) anunciou ter em carteira um investimento de 25 milhões de dólares norte-americanos para contribuir no relançamento da agricultura em Angola, com a implementação do Programa Produtivo Agrícola para a África Austral (APPSA), de acordo com o Jornal de Angola.

O montante enquadra-se na segunda fase de um programa, lançado recentemente, no planalto central, o programa visa gerar diferentes tecnologias, modernização do sector agrário angolano e avançar com áreas novas de investigação, para a constituição de uma agricultura sustentável.

No que a energia diz respeito, o (BM) aprovou, também recentemente, um financiamento de 250 milhões de dólares, para melhorar o desempenho operacional das empresas do sector eléctrico e aumentar o acesso à electricidade em cidades seleccionadas de Angola.

O custo total do projecto, segundo o Jornal de Angola, que cita um comunicado da instituição, é de 417 milhões de dólares, financiado com o empréstimo de 250 milhões de dólares  do BM e um crédito de 167 milhões de dólares da "Agence Française de Développement”.

Assim sendo, o Projecto de Melhoria e Acesso ao Sector Eléctrico vai financiar investimentos de electrificação nas províncias de Luanda, Benguela, Huíla e Huambo, realizando 196.500 novas ligações domiciliares, para beneficiar cerca de um milhão de pessoas e 93.857 postes de iluminação pública.

O projecto tem como foco a expansão do acesso à electricidade e melhoria da arrecadação de receitas, melhoria dos serviços de energia e da capacidade da Empresa Pública de Produção de Electricidade (PRODEL) e o fortalecimento da gestão sustentável das centrais térmicas instaladas pelo país.

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