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China regista abrandamento na indústria automóvel

A queda nas vendas de automóveis na China, pelo oitavo ano consecutivo, em Janeiro, ilustram a tendência de desaceleração na economia, que agrava-se com as disputas comerciais com os Estados Unidos.

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Cláudio Gomes
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Cláudio Gomes

Segundo o Jornal de Angola (JA) que cita a Associação Chinesa de Fabricantes de Automóveis, os resultados revelam uma queda homóloga de 15,8%, em relação ao ano anterior, para 2,4 milhões de veículos.

O abrandamento é um retrocesso para as principais construtoras do sector, no maior mercado automóvel do mundo, que anunciaram planos de milhares de milhões de dólares, visando cumprir com as metas do Governo chinês para o desenvolvimento de veículos eléctricos.

No ano passado, as vendas naquele país da Ásia, caíram 5,8%, para 22,35 milhões de veículos, no primeiro declínio anual desde 1990, coincidindo com outros indicadores negativos da economia chinesa.

Ao iniciar o ano de 2019, em Janeiro, as marcas de automóveis chinesas foram as mais prejudicadas, tendo as vendas caído 22%, para 832.000 veículos, resultando numa redução da quota no mercado de 2,4%, para 41,2%. As compras de veículos eléctricos e híbridos, que Pequim tem incentivado com subsídios, aumentaram 138%, em relação ao ano anterior, para 96.000 unidades.

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