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Cidadãos detidos por envolvimento no tumulto de Caluquembe

Dos mais de 500 suspeitos, a Polícia Nacional deteve, recentemente, 22 cidadãos que supostamente vandalizaram bens públicos do referido município.

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Redacção_E&M
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Os cidadãos estão a ser acusados de terem atacado, na sexta-feira, 17, com recurso a pedras, paus e catanas, as instalações da Administração Municipal, a casa do administrador, a sede do MPLA, bem como as instalações da Polícia Nacional e Bombeiros. Segundo a Angop, os envolvidos reclamavam o facto de as autoridades terem encerrado o mercado conhecido da “Alemanha”, onde estes provavelmente eram comerciantes.

Os supostos protagonistas da arruaça, mais de 500 pessoas, foram dispersos apenas quando os agentes da Polícia Nacional, que se encontravam no local, efectuaram disparos de armas de fogo, uma vez que os supostos agressores se faziam acompanhar de meios contundentes.

Assim sendo, o director do Gabinete de Comunicação da Delegação do Interior na Huíla, inspector Manuel Halaiwa, citado pela Angop, disse que foi possível deter no sábado, 18, quatro suspeitos, sendo que os demais acusados foram detidos pelas autoridades apenas no domingo, 19.

Os detidos, conforme o critério judicial, adiantou o responsável, serão apresentados ao procurador para definição das medidas de coação pessoal, atendendo a gravidade das ocorrência.

Neste sentido, recentemente, o governador da Huíla, Luís Nunes desloca-se ao local para constar os danos causados pelos munícipes de Caluquembe, que dista a 193 quilómetros a norte de Lubango.

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