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“Continuam a ocorrer burlas que envolvem o canal MCX Express” , alerta a EMIS em comunicado

A empresa interbancária de serviços alertou hoje, terça-feira, 3, que os burladores continuam a recorrer as chamadas telefónicas e envio de SMS para roubar dinheiro de dos utilizadores do aplicativo.

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De acordo com o documento despachado pelo Gabinete de Comunicação da empresa gestora da Rede Multicaixa, "nem a EMIS nem os bancos, ligam para clientes a solicitar o fornecimento de dados pessoais e códigos de segurança”.

Pelo que, advertem os utilizadores da Rede Multicaixa e do MCX Express a não partilhar informações pessoais, PIN e códigos de validação, por telefone, mensagem, tão pouco preencher formulários em páginas falsas na Internet.

Sublinha que em caso de necessidade, os clientes devem contactar apenas o seu banco ou o serviço de apoio da Rede Multicaixa usando apenas os contactos inscritos no verso dos cartões multicaixas. Asseguram, neste sentido, o canal MCX Express “é seguro” e “obedece as melhores práticas internacionais”.

Dados referentes as denuncias registadas pela Direcção de Combate aos Crimes Informáticos dos Serviços de Investigação Criminal (SIC) dão conta que a seguir da província de Luanda, Cabinda e Benguela lideram a lista de burlas nas redes sociais.

Em entrevista à Economia & Mercado, o chefe de Departamento para a Área Técnica da Direcção de Combate aos Crimes Informáticos do SIC-Geral disse que a província de Luanda domina as estatísticas com cerca de 555 casos.

Avançou ainda que só em 2021 foram registados cerca de 1.300 denúncias relacionadas com os crimes informáticos. Segundo avançou o oficial de investigação, após o crime de burla, a difamação e o uso de falsa identidade integram a preocupante lista de crimes praticados através das redes sociais.

“As páginas informativas da Rede Multicaixa e dos bancos nas redes sociais nunca são usadas para solicitar dados pessoais. O PIN é pessoal e intransmissível e njnca deve ser fornecido a terceiros, mesmo que estes se identifiquem como gestores de conta, funcionários do bancos ou da EMIS”, adverte no comunicado.

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