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Crescer à margem
 de uma crise retumbante

Há cinco anos, a meio da crise económica e financeira, nasceu a BLEND, empresa constituída 100% por capitais angolanos, que soube tirar proveito das adversidades.

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Fotografia
:
Carlos Aguiar

De 2017 a 2018, a BLEND – Marketing e Comunicação cresceu, embora actue numa das áreas mais afectadas quando se trata de fazer cortes nos investimentos, cerca de 26%, como resultado do investimento feito ao longo dos anos anteriores na construção de “relações de parcerias” com os seus clientes e na qualificação dos seus quadros, informou o director-geral, Eduardo Brás.

“A BLEND não conheceu outra realidade a não ser a actual. Ela iniciou a sua actividade exactamente no mesmo período em que Angola entrou na situação de crise económica”, sublinhou, referindo que tal situação obrigou a empresa “a definir bem” o seu posicionamento diante dos desafios do contexto, como é o caso da acentuada perda do poder de compra do consumidor, e que teve como consequência mais grave o encerramento de empresas.

Para Eduardo Brás, o actual contexto macroeconómico em Angola “é complexo” e “desafiador”, sendo que afecta todos os players que operam no mercado nacional nos diferentes sectores, sobretudo os operadores do mercado publicitário – “um dos mais visados” da cadeia.

Contudo, e como diz o ditado, as crises trazem consigoopor- tunidades e a BLEND, garante Eduardo, não as desperdiçou antes fidelizouas relações com clientes de vários sectores, des- de o financeiro aoindustrial.

Leia mais na edição de Julho de 2019

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