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Empreendedorismo tecnológico precisa de mais fôlego

Em Angola, os jovens empreendedores são cada vez mais atraídos pelas Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC).

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Cláudio Gomes
Cláudio Gomes

Várias soluções tecnológicas são criadas, desde aplicativos para telemóveis a aparelhos de purificação de água, por exemplo, mas o que tem faltado é a transformação dessas invenções em verdadeiros negócios.

O ecossistema de empreendedorismo tecnológico em Angola carece de mais atenção institucional para que haja um melhor aproveitamento das várias iniciativas que são criadas, a cada ano, mas morrem à nascença, sem antes serem testadas em ideias de negócio. Bons exemplos não faltam, como a Kubinga, Jobartis, Appy Saúde, Soba E-Store e a Tupuca. Porém, até chegarem ao conhecimento do público e andarem com os próprios pés, o percurso é longo e doloroso, afirmam os entrevistados da Economia & Mercado.

Para o empreendedor Adilson Almeida, um dos expositores no Fórum Angotic 2019, decorrido em Maio, “muitos projectos criados por jovens estudantes angolanos teriam maior dimensão e impacto caso existisse uma instituição vocacionada para a orientação e o desenvolvimento de startups”. O também formador em TIC afirma que, actualmente, muitos estudantes “desenvolvem aplicativos apenas para ganhar prémios”. Mas, argumenta, “é necessário que sejam formados ao ponto de desenvolver tecnologias que permitam resolver problemas reais e actuais.

O também representante da TEC XXI (startup que oferece assessoria e capacita jovens em matérias de tecnologias) lamenta que muitos projectos morram à nascença.

Leia mais na edição de Agosto de 2019

Economia & Mercado – Quem lê, sabe mais!

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