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FMI, reformas e desafios à vista

Dias depois de tomar posse, a 26 de Setembro de 2017, o Presidente da República, João Lourenço, já deixava claro no seu discurso que pretendia ficar na história pelo papel na recuperação económica.

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Na altura, ainda era pouco visível o que vinha no horizonte. Um ano depois, as propostas de reformas económicas e políticas já são conhecidas: combate à corrupção, privatização de empresas públicas deficitárias, abertura económica e sujeição ao escrutínio das instituições internacionais.

Foi assim que o Conselho Executivo do Fundo Monetário Internacional (FMI) aprovou no início de Dezembro, em Washington, o Programa de Financiamento Ampliado (EFF), no valor de 3,7 mil milhões de dólares, para apoiar as reformas económicas em curso em Angola, tendo como bases o Programa de Estabilização Macroeconómica (PEM) e o Plano Nacional de Desenvolvimento (PDN) 2018-2022. O montante é disponibilizado depois de o FMI notar a vontade de Angola de implementar as suas recomendações de reformas estruturais, ou seja, medidas de austeridade, que considera essenciais para enfrentar os obstáculos à diversificação económica e ao crescimento.

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