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Investimentos elevam crescimento do sector eléctrico

O ministro da Economia e do Planeamento, Pedro Luís da Fonseca disse, esta semana, em Luanda, que os investimentos feitos no sector, de 2014 a 2017, permitiram o crescimento do sector no país.

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Em média, informou o ministro que falava no Fórum Internacional sobre energias renováveis, o sector registou um crescimento de cerca de 12% ao ano. Apesar do crescimento, o sector contribui em média entre 2,5 e 3% na estrutura do Produto Interno Bruto (PIB).

De acordo com a Angop, que cita o político, este quadro deverá ser alterado, tendo em conta que os indicadores estão aquém dos principais parceiros da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC).

Pedro Luís da Fonseca referiu que existe uma estratégia para transformar o sector num dos motores da recuperação da dinâmica de crescimento económico, que vai permitir a inversão do actual quadro, que contribuirá para o aumento da produção e das exportações não petrolíferas.

No cômputo da produção nacional, disse, o dirigente, o peso do sector energético continua a ter uma percentagem relativamente baixa, quando comparada com todos os demais sectores.

O ministro da Energias e Águas, João Baptista Borges, por sua vez,  informou que o fomento de projectos ligados às energias renováveis, quer solar, eólica, biomassa, quer também as fontes hídricas, constitui prioridade da agenda nacional no tocante à diversificação da matriz energética.

Essas energias são prioritárias, sublinhou o responsável político, não pela preservação do meio ambiente mas também pela segurança energética nacional tal como vem configurada na perspectiva energética aprovada em 2011.

Na sequência, João Baptista Borges reconheceu que um dos grandes desafios a vencer é do capital humano, pois as novas tecnologias existentes exigem conhecimentos técnicos e científicos apurados, para garantir os investimentos.

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